
Terapia intravenosa: o que é e como é feita
Você já ouviu falar de terapia intravenosa ou já te indicaram este tipo de tratamento?
Hoje vamos te contar mais sobre o que é a terapia intravenosa, quando é indicada e como é realizada.
Este tratamento oferece benefícios no cuidado à saúde do paciente e acompanhando o texto você ficará bem informado a respeito.
Vamos lá?
O que é a terapia intravenosa?
A terapia intravenosa (TI) é uma prática essencial para a infusão de soluções medicamentosas e fármacos por meio das veias.
É uma opção terapêutica que oferece respostas rápidas do organismo e proporciona conforto ao paciente, quando bem aplicada.
Essa prática é indispensável em centros médicos por evitar complicações e possibilitar a minimização de quadros clínicos de dor e desconforto profundo de forma mais rápida.
No entanto, esta atividade exige um profissional, técnicos, enfermeiros ou médicos, responsáveis por seu planejamento e execução, capacitado para entender os fatores que podem comprometer o procedimento.
A terapia intravenosa envolve a escolha de prática, cateteres biocompatíveis, análise e seleção de veias.
Tudo para que a aplicação seja o mais eficaz possível ao administrar os medicamentos sem causar danos ao paciente.
Cerca de 70% dos pacientes que estão hospitalizados serão submetidos a algum tipo de terapia intravenosa, devido aos seus benefícios de rápida resposta do organismo e conforto ao paciente.
Como a terapia intravenosa é realizada?
As melhores práticas da aplicação da terapia intravenosa estão relacionadas a diversos tópicos.
O primeiro deles é a antissepsia e correta higienização das mãos, pele e equipamentos.
Isso porque se trata de uma aplicação intravenosa que pode expor o organismo a bactérias e infecções.
O cuidado com a higienização da pele do paciente e especialista é fundamental para que o procedimento ocorra de forma segura.
O preparo da pele também é um grande desafio para que não ocorram efeitos adversos, em especial crianças com menos de um ano e idosos acima dos 60 anos, os quais possuem a pele mais delicada.
Uma etapa essencial é a seleção, inserção e estabilização do Cateter Vascular Periférico, que devem estar de acordo com o paciente e medicação que será aplicada.
A proteção do cateter e da pele durante a inserção também devem ter um cuidado delicado, exigindo atenção do profissional.
Após todos estes cuidados, o especialista por meio da agulha ou cateter, irá realizar a aplicação do medicamento diretamente na veia do paciente.
Os cuidados devem ser realizados também durante e após a aplicação, para evitar possíveis complicações.
90% das terapias intravenosas são realizadas por meio de pequenos cateteres em veias periféricas dos braços e antebraços, puncionadas por técnicos ou enfermeiros. Contudo, no restante dos casos faz-se necessário a colocação de cateteres em veias profundas e centrais devido ao uso de medicações mais agressivas aos vasos ou necessidade de infusão de substâncias em velocidades e volumes maiores. Nessas situações são passados cateteres centrais, cateteres para hemodialise ou cateteres para quimioterapia, por médicos especialistas.
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Agora você já sabe um pouco mais sobre o que é e como é realizada a terapia intravenosa, amplamente utilizada em hospitais e Centros de Terapia Intensiva.
Caso tenha ficado com dúvidas e queira saber mais sobre o procedimento, nossa recomendação é uma consulta com o Dr. Simon Benabou!
Ele é médico especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular e Endovascular e está capacitado para te dar todas as informações, além de realizar a terapia intravascular.
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INFORMAÇÕES DO AUTOR:
Dr. Simon Benabou Cirurgião vascular e endovascularGraduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP) e com Residência nas áreas de Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP).
CRM–SP nº 144283